Início da expansão.
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A Escola Cresce
Segunda Década
Essa época foi marcada pelo fim da Guerra Fria, pela redemocratização e estabilização econômica do Brasil, e pelo nascimento da internet comercial.
Avanço de série dos primeiros alunos.
Momentos que ficam...
Pequeno Histórico da Década
O período entre 1986 e 1996 no Colégio Arco-Íris em Xerém foi marcado pela transição de um pequeno atendimento particular de reforço escolar na residência da fundadora ("tia Silvia") para a construção de um prédio próprio e a expansão gradual das turmas de Educação Infantil e alfabetização a pedido das famílias da comunidade. Juntamente com a entrada da cofundadora Rosangela na direção ao lado da irmã que aconteceu por volta da década de 1990.
Lembrança de 1993
A Rotina Escolar na Segunda Década
Na segunda década a rotina dentro das salas de aula era marcada pela simplicidade e pelo trabalho artesanal dos professores. Em uma época em que a impressora moderna ainda não existia no ambiente escolar, o cotidiano pedagógico dependia de métodos tradicionais de reprodução de material. Para preparar as atividades, provas e desenhos, os educadores recorriam ao mimeógrafo, uma máquina manual a álcool que deixava as folhas com aquele cheiro característico de tinta e uma cor arroxeada marcante. As matérias e leituras eram acompanhadas por cartilhas de papel impressas ou encadernadas, que serviam como o principal guia de estudo dos alunos. Além disso, os recursos materiais eram limitados e incentivavam o trabalho coletivo. As salas de aula não contavam com estojos individuais repletos de opções, em vez disso, era comum o uso de uma latinha com lápis de cor compartilhada entre as crianças. Esse gesto simples de dividir os materiais na mesa não apenas viabilizava as atividades artísticas, mas também estimulava desde cedo a convivência, a cooperação e o sentido de comunidade entre os estudantes. Além dos materiais impressos, o aprendizado também contava com a tecnologia audiovisual da época, utilizavam-se fitas cassete para áudios educativos e transparências de plástico projetadas em retroprojetores, produzidos por instituições.